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Valverde até 2022? Quem o diz é o próprio Alejandro e só dependerá desta época!

Team Movistar rider Spain's Alejandro Valverde (R) crosses the finish line in front of Team Jumbo rider Slovenia's Primoz Roglic (L) and wins the seventh stage of the 2019 La Vuelta cycling tour of Spain, a 183, 2 km race from Onda to Mas de la Costa on August 30, 2019 in Mas de la Costa. (Photo by JOSE JORDAN / AFP) (Photo credit should read JOSE JORDAN/AFP/Getty Images)

Alejandro Valverde está a colocar em hipótese a possibilidade de ainda poder correr em 2022 com a Movistar, dizendo que isso dependerá da forma como o calendário de corridas se desenrolar no resto desta época de 2021.

Profissional desde 2002, Valverde tinha prometido anteriormente pendurar a bicicleta na sua muito longa carreira, após a quinta e última participação nos Jogos Olímpicos, este Verão, e na última Vuelta a España, mas agora Valverde optou por recuar, dizendo aos jornalistas que pondera abordar uma 21ª temporada na sua carreira.

“Não é uma decisão definitiva, vamos ver como se desenvolve a pandemia esta época. Se as coisas ficarem muito aborrecidas, então poderei acrescentar um ano extra para terminar a minha carreira de ciclista numa época mais normal. Este é um ano Olímpico e é uma época importante, mas neste momento, em duas semanas, tudo pode mudar. Já estamos a concentrar-nos nos Jogos para lá chegarmos em pico de forma.”

Alejandro Valverde, Movistar Team

Valverde recebeu o título de melhor atleta espanhol, partilhado com o snowboarder e medalhista olímpico Regino Hernandez, pela sua vitória no Campeonato Mundial de 2018, numa cerimónia do Prémio Nacional do Desporto de Espanha de 2018, na passada terça-feira, evento que foi celebrado com um ano de atraso devido à pandemia.

Valverde já participou em duas corridas nesta temporada, a Clasica de Almeria e o UAE Tour, onde fez resultados discretos, longe dos melhores. A próxima prova para o espanhol será a Volta a Catalunya, prova que já venceu por três ocasiões, em 2009, 2017 e 2018. O veterano espanhol partirá depois para uma última oportunidade de bater um recorde de cinco vitórias na Liège-Bastogne-Liège e de seis na La Flèche Wallonne.

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