Stefan Küng vence contrarrelógio e sobe à liderança da Valenciana! Oliveira 2º na etapa e na geral!

O suíço Stefan Kung (Groupama – FDJ) foi, como todas as probabilidades indicavam, o vencedor do contrarrelógio da quarta etapa da Volta a la Comunitat Valenciana, batendo o português Nelson Oliveira (Movistar) por apenas 11s, e o francês Thibault Guernalec (Arkea -Samsic) por 40s, para subir à liderança da classificação geral.

O primeiro grande tempo do dia foi de Arnaud Demare (Groupama – FDJ), com 17:15, que lhe viria a dar a quinta posição final. Demare viria a ser passado por Guernalec, que viu ainda o primeiro líder da corrida, o australiano Miles Scotson (Groupama – FDJ), aproximar-se do seu tempo, e terminar apenas 1s mais lento.

A decisão claro viria dentro do top10 da geral, com Stefan Kung a ser o primeiro dos grandes candidatos a partir, sendo que Nelson Oliveira sairia 2 minutos depois. Kung bateu facilmente o melhor tempo no ponto de cronometragem intermédio, no qual o português passou com apenas 5s de atraso e nos fazia sonhar ainda com uma possibilidade de subir à liderança da geral. Kung terminou com o tempo canhão de 16:12, e o português chegou 2 minutos e 11 segundos depois, com um tempo de 16:23 num grandíssimo esforço individual!

O azarado do dia acabou por ser mesmo o camisola amarela Enric Mas. O espanhol estava a apenas 19s do Campeão Europeu de contrarrelógio no ponto intermédio, um tempo que o fazia sonhar com a possibilidade de segurar a liderança da geral. Porém, a 500m do final, o espanhol acabaria por furar a roda da frente, e assim ficar completamente impossibilitado de concluir a sua defesa com sucesso. O tempo de Mas daria certamente para o espanhol fechar a etapa no top5, mas com o furo o espanhol não foi além da 15ª posição, a 1:26 de Kung, entregando assim a liderança da classificação geral ao ciclista suíço.

Na classificação geral, Kung lidera agora com apenas 6s de vantagem sobre Nelson Oliveira, um tempo que ainda faz os portugueses sonharem com uma possível vitória final do ciclista português. A última etapa, amanhã, será na teoria para ser discutida ao sprint, mas a Movistar poderá aproveitar a fase inicial da segunda metade da etapa, que terá alguma inclinação, para poder mexer na corrida e quem sabe ainda chegar à vitória final.

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