Nizzolo abre as contas para 2021!

A Clássica de Almeria partiu para a estrada com um pelotão completo de sprinters prontos para a primeira possibilidade de brilhar ao sol espanhol. Um dia muito nervoso marcado por vento algo inconstante, e não previsto para o dia, que estragou a corrida nos últimos 20km com diversas quedas.

A primeira fuga foi composta por Alex Molenaar (Burgos – BH), Luis Angel Mate (Euskaltel – Euskadi), Davide Bais (EOLO – Kometa), Robbe Ghys (Sport Vlaanderen – Baloise), Amanuel Ghebreigzabhier (Trek – Segafredo) e Oier Lazkano (Caja Rural – Seguros RGA) foi alcançada ainda a faltar 100km para a meta, numa altura em que a Astana – Premier Tech dominava o pelotão.

Uma nova aventura acabou por acontecer com Angel Madrazo (Burgos – BH), Samuele Rivi (EOLO – Kometa), Savva Novikov (Equipo Kern Pharma) e Samuele Zoccarato (Bardiani CSF Faizane), sempre controlados pela Deceuninck – QuickStep e pela UAE Team Emirates, e a cerca de 40km do final, o ultimo dos corredores foi alcançado. Seguiu-se então em pelotão compacto até à chegada à Urbanização de Roquetas de Mar, com tudo sempre muito controlado pela QuickStep e pela UAE.

As quedas acabaram por aparecer com o vento na fase final. A primeira com Ivan Garcia Cortina (Movistar Team), Jordi Meeus (Bora – Hansgrohe), Alvaro Hodeg (Deceuninck – QuickStep), com os dois últimos a ficarem muito mal tratados. Depois mais um conjunto de imprevistos a levar uma série de corredores a irem ao chão e a reduzir o pelotão a cerca de 30 unidades, os azares continuaram, Mark Cavendish (Deceuninck – QuickStep) com um furo e Fernando Gaviria (UAE Team Emirates) com problemas mecânicos perderam forças para ir ao sprint, com Gaviria ainda a colar ao pelotão a tempo, mas sem pernas para disputar a vitória.

Com os comboios destruídos foi a AG2R Citroen Team a assumir as despesas. Sem os seus dois líderes a Deceuninck – QuickStep não deixou de lutar e posicionou-se para o lançamento de Senechal, mas era impossível qualquer um bater um super potente e super motivado Giacomo Nizzolo (Team Qhubeka Assos), que venceu destacadamente com o francês a ser segundo. O estónio Martin Laas (Bora – Hansgrohe) fechou o pódio com a 3ª posição.

André Carvalho e os irmãos Oliveira estiveram muito bem posicionados a ajudar os seus colegas de equipas. Todos terminaram a prova, tendo sido Rui Oliveira o melhor, na 73ª posição, a 22s do vencedor. André Carvalho foi 100º a 1:36, e Ivo Oliveira 134º, a 7:06.

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