Molano entra vitorioso no Giro di Sicilia!

Juan Sebastián Molano (Emirados Árabes Unidos) sprintou para a vitória, para alcançar sobre a linha de meta, o fugitivo, Vincenzo Albanese (Eolo-Kometa), e ser o primeiro líder da prova italiana.

Albanese atacou a 1.5kms, abriu um buraco entre ele e o pelotão, mas os UAE, através de Maximiliano Richeze impôs um belo ritmo para lançar Molano e o colombiano vencer na chegada a Licata.

Richeze ainda conseguiu ser terceira na etapa. Através dos segundos de bonificação para o trio, Molano tem 4 segundos sobre Albanese e seis sobre o seu companheiro de equipa, Richeze.

A etapa de 179kms começou em Avola e atravessou o sul da Sicília via Noto, Scicli, Ragusa e Vittoria antes de se dirigir para a costa para um rápido passeio até à metaaté ao fim. As deslumbrantes cidades e aldeias barrocas recordaram o rico património e cultura da Sicília e foram as utilizadas como pano de fundo da popular série televisiva do Inspector Montalbano, que a RTP2 transmite todos os domingos.

Logo a partir do quilómetro zero, formou-se a fuga do dia com Charles-Etienne Chretien (Rally Cycling), Jacopo Cortese (MG.K Vis VPM) e Matteo Zurlo (Zalf Euromobil Fior). 10kms volvidos tinham apenas 45 segundos, mas o pelotão serenou e permitiu o trio chegar a 8minutos de distância. A Trek e a UAE começaram a perseguição quando tinham sido percorridos cerca de 70kms. O efeito perseguição viu-se em pouco mais de 5kms, quando o relogio reduziu para metade a diferença. As equipas sabiam que bastava uma aceleração que rapidamente tinham o trio alcançado.

Zurlo venceu o sprint intermédio em Gela com 35km para o fim, e descolou sozinho para tentar manter uma vantagem de 2:00. Contudo, uma brisa forte soprava pela costa, prejudicando o seu esforço individual, acabando por ser alcançado 20kms mais tarde. Nessa altura, os comboios das equipas UAE, Trek-Segfredo, Movistar, Israel Start-Up Nation tiveram o cuidado de colocar os seus homens prontos para o sprint final, mas a 1,5km da meta, Vincenzo Albanese quis surpreender tudo e todos. Apenas A UAE, muito graças a Richeze, deu um esforço final para alcançar a o italiano, e tudo correu bem, com Molano a concretizar o trabalho perfeito do argentino.

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