Melhores do Ano #43 – Sub-23 no topo da Europa e do Mundo!

Foi com os sub-23 que demos bastantes cartas pela Europa, e mesmo em solo nacional muitos deles se destacaram a grande nível, tendo dado garantias de qualidade para o futuro! Como nomeados para sub-23 português do ano temos Fábio Costa, Iúri Leitão, João Almeida, e Miguel Salgueiro, e já de seguida vais poder relembrar aquilo que foram as temporadas de cada um.

Depois de já na temporada passada ter sido um dos melhores sub-23 do ano na Estrada, tendo sido até segundo classificado nos Nacionais, apenas atrás de João Almeida, Fábio Costa aproveitou a temporada e cumpriu desta feita com a conquista do título nacional do escalão em 2020! O jovem português sobressaiu também na Prova de Abertura, e na Volta a Portugal, e isso valeu-lhe desde já um contrato para a Efapel em 2021, prometendo explodir toda a sua capacidade nas estradas de Portugal!

Iúri Leitão começou a temporada de pista em grande nível! Sagrou-se logo no início de fevereiro campeão nacional de Scratch, e foi segundo na Corrida por Pontos e em Perseguição Individual. Poucos deias depois voltou a estar em destaque no Trofeu Internacional de Anadia, com o terceiro lugar na prova de scratch para sub-23 e com a prata no madison em parceria com João Matias. Em outubro começaram os campeonatos da Europa e Iúri apareceu ao seu melhor nível, arrecadando três medalhas de prata nas provas sub-23 de Scratch, Eliminação e na Corrida por Pontos. Não satisfeito com os resultados, o jovem português chegou ainda melhor um mês depois aos Europeus de Elites, depois de ter obtido a medalha de prata em Eliminação, a sua primeira em Europeus da categoria, venceu categoricamente a prova de Scratch, dando às cores portuguesas o primeiro ouro da história! Também no Omnium, Iúri lutou até final, mas uma prova de Eliminação menos conseguida, acabou por permitir apenas a medalha de bronze com a qual Iúri terminou a temporada, que foi desde logo a melhor de sempre de um ciclista português na pista!

João Almeida estreou-se pela Deceuninck – QuickStep no Tour Down Under, mas foi na Volta ao Algarve que começou a dar nas vista do maior pelotão do Mundo com o 9º lugar final e a dupla formada com Remco Evenepoel, que venceria a competição. No regresso do confinamento a dupla apareceu de novo na Vuelta a Burgos, com o jovem português de 22 anos a ser terceiro à geral, e a ser uma vez mais melhor que grandes nomes do pelotão. O 7º lugar e a classificação da juventude no Tour de l’Ain fazia antever que o sucesso do português estaria à porta, mas esbarrou no russo Vlasov no Giro dell’Emilia, com a vitória a escapar por muito poucos metros. Na Coppi e Bartali voltou a fazer terceiro à geral, e a partir daí começou a sua preparação para o Giro d’Itália, corrida para a qual havia sido chamado devido à lesão sofrida por Evenepoel. Almeida entrou logo com tudo quando foi o melhor atrás do super Filippo Ganna no contrarrelógio de abertura, e na etapa seguinte terminou em sexto. Na chegada ao Etna logo na terceira etapa, Almeid avoltou a estar com os melhores, e chegou à camisola rosa, empatado com o equatorianao Jhonatan Caicedo, que havia vencido a etapa na fuga. Desde aí foram 15 dias sempre de rosa, sempre na frente do pelotão, e com exibições que nada o deixaram atrás dos rivais, muito pelo contrário, foi muitas vezes até superior a eles, até que no Stelvio acabou por ceder terreno, e perdeu a camisola rosa para Wilco Kelderman. Na última etapa de montanha conseguiu ainda ser quarto, atrás de Hart, Hindley e Dennis, e mostrou que o 5º lugar à geral não lhe chegava, voltando a ser quarto no contrarrelógio final, o que lhe deu o quarto lugar na geral final, e a melhor prestação de sempre de um português no Giro, naquele que foi o seu ano de estreia no pelotão World Tour! No total de 21 etapas, concluiu sempre nos 30 melhores da etapa, 18 vezes nos 20 melhores, 11 vezes nos 10 melhores, e 7 vezes nos cinco melhores do dia, incluindo 4 vezes no pódio da etapa.

Miguel Salgueiro foi mais um jovem com uma temporada de grande sucesso, começando desde logo com o título nacional de ciclocrosse em sub-23, uma vitória que permitiu ao ciclista da LA entrar com o pé direito em 2020! No regresso após o confinamento esteve em destaque nos Europeus de Plouay, e numa prova que lhe assentava nas características terminou na 9ª posição, garantindo às cores portuguesas um lugar no top10 final, entre diversos nomes de grande qualidade. No Trofeu Joaquim Agostinho venceu a Classificação dos Sprints Intermédios, e esteve também bastante ativo na Volta a Portugal, prova onde terminou a temporada.

Com os dados lançados, a decisão é uma vez mais tua, qual deles foi o sub-23 do ano em 2020?

O período de votação terminou!

Sub-23 Português do Ano
370 votos

Podes votar também na júnior portuguesa de 2020 no link abaixo!

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