Melhores do Ano #24 – Um ano com poucas oportunidades na estrada para o lado feminino!

Com a pandemia do Covid-19 a obrigar a um período de quarentena e pausa desportiva, nomeadamente no ciclismo, elevada, o ciclismo de estrada feminino acabou por sofrer bastante, tendo, a nível nacional, se disputado apenas os Campeonatos Nacionais de Fundo, Contrarrelógio e Rampa, num ano difícil e em que era preciso dar respostas práticas para fomentar a prática e a competição num plano desportivo. Nomeamos então Raquel Queirós, Melissa Maia, Marta Branco e Daniela Campos para Ciclista do Ano, e podes então olhar ao que foi a época delas já de seguida…

Raquel Queirós fez apenas uma prova em estrada, os Nacionais de contrarrelógio, prova que venceu em grande estilo, com 47 segundos de avanço sobre a segunda classificada, para assegurar a sua primeira camisola de Campeã Nacional na categoria de elites. É certo que o ano de Raquel passa muito mais pelo BTT, mas chegar, ver e vencer não é para todos, e por isso merece a nomeação para Melhor do Ano.

Melissa Maia sagrou-se Campeã Nacional de Fundo após vencer ao sprint em Castelo de Vide, assegurando o primeiro título de Elites na carreira. Algumas semanas antes havia sido já terceira e bronze no Nacional de Contrarrelógio, e vencido a prova do Nacional de Rampa. 3 Medalhas em 3 Provas demonstram que quase sempre este uns furos melhor que todas as adversárias, e uma consistência importante.

Marta Branco teve também um ano de destaque na estrada, mesmo com tão poucas provas disputadas. Foi segunda e prata na prova de fundo dos Nacionais, e quinta classificada quer no contrarrelógio individual, quer na prova de Rampa. Fora isso, é das pioneiras de uma geração de jovens ciclistas de grande qualidade que começam a chegar a elites, e talvez a preparar uma transição que o Ciclismo Feminino Português precisa.

Daniela Campos teve também uma época fantástica, e o destaque para a Algarvia vai para a presença nos Campeonatos Europeus, onde foi quinta classificada na prova de fundo, e nona no contrarrelógio individual, o que lhe valeu desde logo o contrato para 2021 com a equipa espanhola Bizkaia – Durango. A nível interno venceu o Nacional de Contrarrelógio Individual em Juniores, foi segunda classificada na prova de Rampa, atrás de Beatriz Roxo, e acabou por não participar na prova de Fundo, em virtude de estar a representar Portugal nos Europeus de Pista.

Dados na mesa, e agora a decisão é tua, qual foi a Ciclista do Ano na vertente de estrada?

O período de votação terminou!

Ciclista Portuguesa do Ano na Estrada
371 votos

Podes votar também no Ciclista do Ano em Estrada no link abaixo!

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