Melhores do Ano #2 – Holanda vs Trek, quem sobressaiu mais?

Damos seguimento a mais um artigo dos Melhores do Ano, desta vez com a votação para a Ciclista que mais se destacou em 2020. A temporada foi na sua maioria dominada pelas holandesas, mas se houve uma equipa em força em todas as frentes, essa foi mesmo a Trek – Seagfredo.

Annemiek van Vleuten começou a temporada em grande estilo! Venceu a Omloop Het Nieuwsblad na primeira prova que disputou, e no regresso pós confinamento levou de vencida mais 4 provas de seguida, a última da quais a Strade Bianche, antes de perder nos nacionais holandeses para Anna van der Breggen.

Cinco dias depois Vleuten sagrava-se Campeã da Europa de Fundo, e chegava em altas ao Giro Rosa, onde levou a melhor na segunda etapa e envergou a camisola Rosa até ao dia 7 da prova, onde uma queda nos últimos 500m a atirou para fora da corrida com um pulso partido. Vleuten não abdicou da época ainda assim, e uma semana depois de desistir em Itália, sagrou-se vice-campeã do Mundo de fundo numa prova em que competiu com num grande nível de dor no braço esquerdo. Depois disso, Vleuten cumpriu a temporada para dar alguns pontos à Mitchelton, mas sem regressar de novo ao seu nível antes da fratura do braço.

Por outro lado, a sua compatriota Anna van der Breggen começou por vencer a Setmana Valenciana, prova em que também conquistou uma etapa, antes de conquistar diversos lugar de top5 e de pódio no quarteto de clássicas ganho por Vleuten. Pouco depois seguiram-se as vitórias no nacional de fundo holandês, e nos europeus de contrarrelógio em elites, e a vitória no Giro Rosa, onde ascendeu à liderança da geral após o abandono de Vleuten, levando a vitória final sem conquistar nenhuma etapa.

A grande forma de Breggen não se ficou por aqui, e a holandesa continuou a carburar, e sagrou-se Campeã do Mundo de Fundo, e de contrarrelógio com exibições soberbas, e venceu a Fleche Wallone, antes de oferecer a vitória e o segundo lugar no Tour de Flandres às colegas de equipa Chantal Blaak e Amy Pieters.

Também pelos lados de Itália, Elisa Longo Borghini, da Trek – Segafredo, teve talvez a melhor temporada da carreira! A italiana começou muito bem com sucessivos top5 nas clássicas de julho até à Strade Bianche, e pouco depois sagrou-se campeã nacional italiana de contrarrelógio! Nos campeonatos da Europa foi prata por muito pouco para Vleuten, e catapultou Deignan para a vitória na La Course by Le Tour.

No Giro Rosa fechou na terceira posição, mas conquistou pela primeira vez uma etapa na volta caseira, ao bater Breggen numa chegada em alto. A boa forma prosseguiu com o bronze nos Mundiais de fundo e o 5º lugar na Fleche Wallone. No pavê também conquistou sucessivos top10, antes de conquistar o título italiano de fundo, e terminou o ano com o Madrid Challenge na segunda posição, também com o segundo lugar no contrarrelógio individual para surpresa de muitos!

Por fim, Lizzie Deignan, também cumpriu um excelente ano com diversas vitórias. A temporada até nem começou da melhor forma, mas em 5 dias a britânica venceu o GP Plouay e a La Course by le Tour, e logo a seguir esteve muito perto de vencer duas etapas no Giro Rosa, estando também em grande auxílio de Elisa Longo Borghini.

A britânica esteve na luta pelo Mundial que fechou na sexta posição, fechou em quarto a Fleche Wallone e poucos dias depois venceu um dos Monumentos da temporada, a Liege – Bastogne – Liege, depois de 30km em solitário até à meta. Na Gent – Wevelgem foi oitava e terminou a temporada com um Tour de Flandres não terminado.

A decisão agora cabe-te a ti! Quem foi a melhor ciclista do ano em 2020?

O período de votação terminou!

Ciclista do Ano
26 votos

Podes votar também no melhor ciclista masculino do ano no link abaixo!

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